Engenharia Elétrica

Graduação

Informações Gerais

  • Regime: Seriado Anual
  • Forma de oferta: Presencial
  • Duração: 5 anos
  • Grau: Bacharelado
  • Carga Horária: 4.390
  • Inicio do Vestibular: outubro 2017
  • Nº de vagas 120 anuais.
  • Início do ano letivo: Janeiro 2018
  • Início do Curso: Fevereiro 2018

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  1. Introdução
  2. Objetivo do curso
  3. Perfil do formando
  4. Pós-graduação integrada
  5. Matriz Curricular
  6. Coordenação

Introdução

O curso de Engenharia Elétrica proporciona ao aluno um bom embasamento matemático, capacidade de abstração e o desenvolvimento de um raciocínio lógico, para assimilar os princípios da Física, especialmente os voltados para a eletricidade e o eletromagnetismo.

Prepara o egresso para atuar na supervisão e coordenação técnica de estudos e projetos na área da computação, da eletrônica em geral e de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

O engenheiro eletricista pode especializar-se em diversas modalidades, sendo as principais Eletrônica, Eletrotécnica e Telecomunicações.

O especialista em Eletrotécnica atua na geração, transmissão, distribuição e utilização de energia, através da elaboração de projetos, plantas e técnicas de execução. Além de providenciar os recursos, orienta a construção, instalação, funcionamento e manutenção de usinas, aparelhos e equipamentos elétricos. Nessa área, ele pode atuar ainda na elaboração de projetos de instalações elétricas prediais e industriais, projetos de linhas de transmissão e redes de distribuição de energia elétrica e na manutenção elétrica em geral.

O engenheiro eletricista trabalhará com computadores, sistemas de medição e controle elétrico e eletrônico, sistemas digitais e também automação e controle de máquinas e sistemas em geral. O engenheiro desta área pode atuar também na manutenção elétrica em geral.

OBJETIVO GERAL

“O Curso de Engenharia Elétrica tem como objetivo formar engenheiros eletricistas capacitados a atender as diferentes solicitações profissionais, com uma visão crítica, criativa e inovadora, através de uma sólida formação básica, geral e humanística, associada à sua formação profissional específica, aptos a colaborar para o desenvolvimento da sociedade nos âmbitos tecnológico, intelectual, social e ambiental.”

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Produzir, sistematizar e transmitir conhecimentos, atendendo à diversificação e às peculiaridades dos diversos campos existentes na área da engenharia elétrica;
  • Promover a aplicação prática do conhecimento em engenharia elétrica, visando a melhoria da qualidade de vida em seus múltiplos e diferentes aspectos;
  • Desenvolver e estimular a reflexão crítica e a criatividade;
  • Desenvolver o intercâmbio científico e tecnológico;
  • Buscar e estimular a solidariedade na construção de uma sociedade democrática e justa, no mundo da vida e do trabalho;
  • Preservar e difundir os valores éticos e de liberdade, igualdade e democracia;
  • Atender à procura de educação de nível superior na área da engenharia elétrica;
  • Atender às condições fixadas pela legislação vigente.

PERFIL DO FORMANDO

O Curso de Graduação em Engenharia Elétrica tem como perfil do formando, o engenheiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística.

COMPETÊNCIA

A formação do engenheiro eletricista tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; identificar, formular e resolver problemas de engenharia; desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; atuar em equipes multidisciplinares; compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; e assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

ATUAÇÃO

O profissional formado nessa área pode atuar em indústrias, empresas de projetos e instalações, empresas comerciais de equipamentos eletrônicos, instituições científicas, empresas geradoras de energia elétrica etc. Atualmente, está em alta o setor das telecomunicações e fibras óticas, em virtude da privatização desse serviço. No setor eletrônico, as chances de uma boa colocação no mercado se ampliaram, tendo em vista a privatização desses serviços e a necessária renovação dos quadros profissionais, devida às novas técnicas e novos materiais. Com a privatização dos geradores e fornecedores de energia elétrica, deverá ocorrer um aumento grande na procura de engenheiros eletrotécnicos.

Os engenheiros eletricistas eletrotécnicos são responsáveis por:

  • Projetar, construir e fazer manutenção de transmissores e receptores de rádio e televisão, centrais telefônicas, equipamentos de micro-ondas etc.;
  • Elaborar e aprimorar sistemas de controle e automação de máquinas operatrizes, usinas hidrelétricas e linhas de transmissão em geral;
  • Projetar, construir, fazer a montagem, operação e manutenção das instalações industriais, sistemas de medição e controles elétricos;
  • Atuar em todas as etapas do processo de geração, transmissão, distribuição e uso de energia elétrica e fontes alternativas de energia.

INTEGRAÇÃO ENTRE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO

DIRETRIZ CURRICULAR DOS CURSOS DE ENGENHARIA

Resolução CNE/CES 11/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 32.

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Art. 5º Cada curso de Engenharia deve possuir um projeto pedagógico que demonstre claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas. Ênfase deve ser dada à necessidade de se reduzir o tempo em sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em grupo dos estudantes.

§ 1º Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que, pelo menos, um deles deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação.

§ 2º Deverão também ser estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras atividades empreendedoras

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ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA FIC – UNIFAL

As atividades complementares obrigatórias em pelo menos 270 (duzentos e setenta horas) serão oferecidas como uma segunda alternativa pela FIC, no intuito de beneficiar o aluno com a comodidade de fazê-las na própria Faculdade, por uma taxa de adesão especial e subsidiado, a ser pago pelo aluno à cada módulo e será sempre inferior a 1/5 do valor da mensalidade vigente à época. Os módulos serão distribuídos ao longo do curso, em cronograma especifico divulgado pela coordenação de pós-graduação da FIC. O número mínimo para a formação de turma para cada módulo é de 25 alunos.

Serão aceitas atividades complementares externas, desde que, condicionado o estudo de aproveitamento por parte do Colegiado de cada Curso.

OBS 1: Os módulos poderão sofrer alterações na ordem e no conteúdo, sempre na busca da qualidade e adequação na medida em que a dinâmica da ciência exigir. O curso encontra-se estruturado de acordo com a RES. CES/CEN/MEC nº 01/2007.

OBS 2: Para cumprir a estrutura curricular, a FIC poderá programar atividades obrigatórias fora do período de aulas, aos sábados e/ou domingos, dentro ou fora da sede, temporariamente ou de caráter definitivo, no limite de Maceió no território determinado pelo MEC.

MÓDULOS OPCIONAIS (ATIVIDADES COMPLEMENTARES)

Disciplinas modulares oferecidas pela FIC para as atividades complementares

MÓDULOS OPCIONAIS MINISTRADOS PELA FIC

Hora/aula

Metodologia da Pesquisa Científica

60

Noções de Segurança do Trabalho

30

Legislação e Normas Técnicas de Segurança

30

Proteção ao Meio Ambiente

30

Administração Aplicada a Segurança do Trabalho

30

Psicologia na Segurança, Comunicação e Treinamento

30

Sistema de Gestão Ambiental - SGA

30

Saúde e Higiene do Trabalho e Industrial

30

Segurança em Instalações Elétricas

30

Toxicologia Ocupacional

30

Ergonomia Aplicada

30

Análise e Gerenciamento de Risco

30

Sistema de Gestão Integrado - SGI

30

Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas e Equipamentos

30

Proteção Contra Incêndios e Explosões

60

OSHAS 18000 - Sistema de Gestão em Segurança e Saúde

60

Segurança na Construção Civil

60

 

Obs: Com possibilidades de alterações de conteúdo sem prévio aviso e revalidação na conversão da pós-graduação integrada conforme Resolução CNE/CES 1/2007. Diário Oficial da União, Brasília, 8 de junho de 2007, Seção 1, pág. 9.

MATRIZ CURRICULAR

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 9 de abril de 2002

Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, bacharelado, e dá outras providências. 

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO

CURSO EM REGIME SERIADO ANUAL, COM MATRICULA NO ANO.

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA, BACHARELADO

GRADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Sujeito a modificações pelo Núcleo Docente Estruturante – NDE

Série

Disciplina

 

Carga Horária Anual

Teórica
Presencial

Pratica
Presencial

EAD

Anual

CALCULO I

140

 

 

140

FÍSICA I

105

35

 

140

QUIMICA

70

70

 

140

MÉTODOS NUMÉRICOS

70

 

 

70

BIOLOGIA - ECOLOGIA - MEIO AMBIENTE

70

 

70

140

PORTUGUES E METODOLOGIA CIENTIFICA

70

 

 

70

INTRODUÇÃO A ENGENHARIA

70

 

 

70

Subtotal

595

105

70

770

CALCULO II

140

 

 

140

FISICA II

105

35

 

140

ESTATISTICA BÁSICA

70

 

 

70

INFORMÁTICA E EXPRESSÃO GRÁFICA

35

35

 

70

GEOMETRIA ANALÍTICA E ALGEBRA LINEAR

140

 

 

140

TOPOGRAFIA

35

35

 

70

FENOMENOS DE TRANSPORTE

105

35

 

140

Subtotal

630

140

 

770

GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

105

35

 

140

ELETROMAGNETISMO APLICADO

105

35

 

140

CIRCUITOS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS I

45

25

70

140

MATERIAIS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

70

 

 

70

PROTEÇÃO E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I

105

35

 

140

ANÁLISE DE SISTEMA DE POTÊNCIA

105

35

 

140

Subtotal

535

165

70

770

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

105

35

 

140

CIRCUITOS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS II

45

25

 

70

ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

105

35

 

140

PROTEÇÃO E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II

45

25

 

70

GESTÃO AMBIENTAL QUALIDADE ENERGIA ELÉTRICA

70

 

 

70

ACIONAMENTO CONTROLE CONVERSÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

105

35

 

140

CONTROLE DE SISTEMAS LINEARES

45

25

70

140

Subtotal

520

180

70

770

ADMINISTRAÇÃO

35

 

35

70

ECONOMIA

35

 

35

70

PROJETOS

35

35

 

70

DIREITO, LEGISLAÇÃO E ÉTICA

70

 

70

140

CIENCIAS HUMANAS E SOCIAIS

35

 

35

70

ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO

35

 

35

70

MTP - MÉTODOS E TECNICAS DA PESQUISA CIENTIFICA

70

 

70

140

Subtotal

315

35

280

630

LIBRAS (Disciplina opcional com 70h/a)

-

-

 

ATIVIDADES COMPLEMENTARES Obrigatórias

 

 

 

270

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

 

 

 

200

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

 

 

 

210

Subtotal

2595

625

490

680

TOTAL GERAL

 

 

4.390

 

COORDENAÇÃO

PROFESSOR

Lúcyo Wagner Torres de Carvalho

  • Doutor em Ciências, pela UFAL em 2011.
  • Mestre em Agronomia - pela UFAL, 2007.
  • Graduado em Engenheiro Agrônomo - pela UFAL, 2005.
  • Graduado em Matemática – Cesmac – 2010.
  • Professor de Pós-Graduação Lato-sensu e palestrante da área de Ciências, Estatística e Biotecnologia, 2008 até hoje.
  • Professor da desta IES, nos cursos de Engenharia de 2009 até hoje.
  • Professor de graduação desde 2008.
  • Professor de ensino médio de 2004 à 2007.
  • Coordenador de Projeto desde 2008.
  • NDE – Direção – Colegiado de Curso desde 2011.
  • Instrutor de treinamentos desde 2008.

GESTÃO DO CURSO

O entendimento da coordenação, enquanto unidade gestora, é que os agentes do curso (professores e funcionários) devem funcionar como facilitadores de aprendizado junto aos alunos, tornando possível o aprendizado dos conteúdos específicos das disciplinas básicas e profissionais. Mas não só isso, pois o objetivo fundamental no processo educacional é colaborar para que os alunos aprendam a PENSAR e APRENDAM A APRENDER. A partir desta premissa, qualquer situação de ensino/aprendizagem, seja um cálculo de engenharia ou um relatório de projeto, torna-se mais accessível e permite ao egresso atuar na resolução de problemas de amplo espectro.

Seguindo esta linha, a atuação do coordenador se caracteriza pelo modelo de gestão participativa e democrática, o que tem se apresentado eficaz, não só pela forma como os problemas são levantados pelos alunos, professores e funcionários do curso, mas, sobretudo pelo diálogo empregado na busca de soluções. 

O atendimento discente/docente, com acessibilidade e transparência nas informações, contribui para o bom andamento do curso. Também se pode dizer que há uma relação de colaboração mútua entre coordenador e a comunidade acadêmica da IES. Isso ocorre pela facilidade de comunicação entre os setores e, principalmente, pela excelente forma como as relações se desenvolvem entre os profissionais da FIC. 

Além disso, é explicita a boa vontade e dedicação de todos que compõe o corpo docente, sempre visando fazer do curso de engenharia da FIC um local de formação de profissionais de excelência e, com isso, contribuir com o desenvolvimento regional.  Desta forma, a tarefa do coordenador se concentra em motivar docentes e alunos, ressaltando suas importâncias no processo de construção de um profissional da engenharia.

Como não pode deixar de ser, o segredo para a boa gestão está no ato de delegar e distribuir as tarefas, sempre respeitando as potencialidades de cada envolvido e deixando claro que a responsabilidade do sucesso e do fracasso é de todos.

Além de tudo citado, outro objetivo do Coordenador é refletir, juntamente com os demais professores, sobre as práticas pedagógicas empregadas e o desempenho dos discentes, sempre visando à definição de ações em busca da melhoria do curso. Neste sentido, são realizadas reuniões com os representantes de turmas, com a finalidade de ouvir suas demandas, opiniões e avaliações, gerando um debate democrático em torno destas questões. As atividades operacionais na gestão acompanham as atividades didático-pedagógicas e vão da elaboração e planejamento do horário de aulas e provas, passando pela organização de eventos e o atendimento ao professor e ao aluno. 

No que se refere às atividades de planejamento do curso deve-se destacar a função imprescindível na manutenção da sincronia entre o PPC e os demais documentos Institucionais, como diretrizes curriculares e afins, sempre em busca de uma permanente atualização.


Área de Atuação

Engenharia

Mais informações

A principal atribuição do Engenheiro Eletricista é projetar e construir usinas de energia (tais como hidrelétricas, nucleares e termelétricas), linhas de transmissão e sistemas elétricos em geral tais como motores elétricos, veículos elétricos, máquinas,

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