Engenharia Ambiental e Sanitária

Graduação

Informações Gerais

  • Regime: Seriado Anual
  • Forma de oferta: Presencial
  • Duração: 5 anos
  • Grau: Bacharelado
  • Carga Horária: 4.390
  • Inicio do Vestibular: Outubro 2017
  • Nº de vagas 80 anuais.
  • Início do ano letivo: Janeiro 2018
  • Início do Curso: Fevereiro 2018

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  1. Introdução
  2. Objetivos
  3. Perfil do formando
  4. Integração com pós-graduação
  5. Matriz Curricular
  6. Coordenação

INTRODUÇÃO

As significativas alterações da dinâmica ambiental que vêm ocorrendo no último século - com maior intensidade nas últimas décadas - são decorrentes dos crescentes conflitos entre o aumento populacional e a adoção de modelos de desenvolvimento econômico e/ou tecnológico.

Dentre outros aspectos, a sociedade contemporânea tem se caracterizado por apresentar crescente taxa de consumo e de concentração urbana, o que acaba por impor novas metas para a expansão industrial. Tal fato traz consigo a necessidade de explosiva exploração de recursos naturais.

O resultado do marcante descompasso entre um adequado planejamento do desenvolvimento industrial, de parques residenciais e a indispensável consideração das potencialidades e limitações do meio ambiente têm acarretado impactos ao meio ambiente que, muitas vezes, se constituem em ameaça à própria vida, não raro, comprometendo o sucesso de muitos empreendimentos.

Diante desse cenário, um dos maiores desafios colocados para a sociedade contemporânea diz respeito aos caminhos que levam ao desenvolvimento sustentado. Para tanto, dentre outros relevantes aspectos, tem de ser estabelecido, para cada situação em particular, os limites do desenvolvimento socioeconômico, considerando as práticas humanas que induzem a uma extraordinária pressão sobre os recursos naturais, seja por sua intensiva utilização, seja pela poluição e degradação dos mesmos.

O desencadeamento de diferentes fontes de poluição, a expressiva geração de diferentes tipos de resíduos, o registro de crescentes desmatamentos, a acentuada degradação de solos agricultáveis, os constantes acidentes naturais e antrópicos que afetam a população, são alguns dos exemplos que podem ser observados em várias regiões do planeta.

Até recentemente, o foco da temática ambiental e sanitária vinha sendo unicamente a análise e o diagnóstico ambientais, procurando identificar causas e relacioná-las aos efeitos antrópicos. Atualmente, a preocupação tem sido ampliada, considerando também a busca de soluções para minimizar as ações impactantes do sistema produtivo.

A preservação de áreas ambientalmente sensíveis, a conservação dos recursos naturais visando a sadia qualidade de vida para todos, a adoção de medidas preventivas e corretivas para reduzir riscos ambientais e a recuperação de áreas degradadas são os temas de maior relevância que integram as ações denominadas de Gestão ou Gerenciamento Ambiental e Sanitário.

Para fazer frente a essa nova demanda da sociedade moderna, consubstanciada em diferentes diplomas legais (que conferem à legislação ambiental brasileira o rótulo de uma das mais modernas e completas legislações ambientais do planeta), há a premente necessidade de um novo profissional, com competência para desenvolver métodos e técnicas que possibilitem a proposição e implantação de soluções efetivas para os problemas existentes e, concomitantemente, ações preventivas destinadas a evitar futuros impactos ambientais e sanitários.

Embora vários cursos de nível superior contemplem questões relativas ao meio ambiente, nenhum tem como foco específico o estudo dos processos e métodos que possibilitem e fundamentem uma indispensável e eficiente intervenção ambiental e sanitária. A FIC acredita ser impossível dissociar as questões ambientais as questões sanitárias, intende que uma ação não pode se distanciar da outra, na hora de se gerenciar o desenvolvimento econômico sustentável.

Diante desse contexto, surge a necessidade de implantação de cursos de graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária, o que observa-se em inúmeros estabelecimentos de ensino superior pelo Brasil e a Faculdade Figueiredo Costa - FIC também se propõe a formar recursos humanos capazes de atuar com qualidade na área de Engenharia Ambiental e Sanitária. Tal curso tem como finalidade básica a formação de recursos humanos qualificados para atuar no campo da Engenharia de modo a considerar adequadamente as relações das atividades do homem com o seu meio ambiente.

É o ramo da engenharia Civil voltado para o desenvolvimento econômico sustentável, que respeita os limites de exploração dos recursos naturais desde o projeto à construção ou ampliação e a operação de sistemas de água e esgoto sanitário. O Engenheiro Sanitarista e Ambiental que atua nessa área desenvolve e aplica as mais diferentes tecnologias para proteger o ambiente dos danos causados pelas atividades humanas. Sua principal função é preservar a qualidade da água, do ar e do solo. Para isso, planeja, coordena e administra redes de distribuição de água e estações de tratamento de esgoto sanitário e supervisiona a coleta e o descarte do lixo. Também avalia o impacto de grandes obras sobre o meio ambiente, para prevenir a poluição de mananciais, rios e represas. Esse profissional é responsável pela prevenção contra a poluição causada por indústrias. Em agências de meio ambiente e em polos industriais, controla, previne e trata a poluição atmosférica. Pode, ainda, monitorar o ambiente marinho e costeiro, atuando na prevenção e no controle de erosões em praias.

Essa é uma das profissões que mais imediatamente responde ao sobe e desce da economia. O Brasil é um país estável. Os formados continuam se inserindo rapidamente no mercado de trabalho. As áreas que mais oferecem oportunidades são as de saneamento, gestão e manejo das águas, gestão e manejo ambiental e saúde pública. As oportunidades são maiores, em áreas de preservação, de exploração de recursos naturais e concentração de industrial ou agrícola, que necessitam de sistemas de tratamento de efluentes e cuidados com o meio ambiente. As regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, historicamente mais carentes de serviços sanitários, onde envolve o lixo, esgotos e situações de extremos riscos de desastres ambientais.

Os profissionais atuam nas seguintes áreas:

Bioprocessos e biotecnologia: Avaliar os efeitos de um processo ou produto sobre o meio ambiente. Criar mecanismos para diminuir ou suprimir os impactos ambientais na produção industrial.

Controle de poluição: Reduzir o impacto de atividades industriais, urbanas e rurais sobre o meio ambiente. Monitorar a qualidade da água e fiscalizar a emissão de gases que prejudicam a qualidade do ar.

Planejamento e gestão ambiental: Elaborar relatórios de impacto ambiental e planos para o uso de recursos naturais. Assessorar empresas, órgãos públicos e ONGs. Estudar meios de reutilização de resíduos, para otimizar a produção e reduzir gastos.

Recuperação de áreas: Desenvolver e executar projetos de recuperação de áreas poluídas ou degradadas.

Recursos hídricos: Racionalizar a exploração de rios e reservatórios, controlando a qualidade e a quantidade de água consumida.

Saneamento: Projetar, construir e operar sistemas de abastecimento de água e de coleta, transporte e tratamento de esgoto, lixo doméstico e resíduos industriais. Montar sistemas de drenagem para prevenir enchentes.

O currículo é multidisciplinar e engloba matérias das áreas de exatas, biológicas e sociais aplicadas. Assim, as aulas de matemática, física, química e estatística alternam-se com as de ecologia, geologia, hidrologia, topografia e hidráulica. A partir do terceiro ano, o aluno aprofunda o estudo de conteúdos profissionalizantes, que incluem o tratamento de resíduos, o cálculo de emissões na atmosfera, hidráulica ambiental e recursos hídricos e a avaliação de impactos ambientais, entre outros. A realização de estágio é obrigatória, assim como a apresentação de uma monografia de conclusão de curso (TCC), que poderá ser desenvolvido a partir do quarto ano.

OBJETIVO GERAL

“Formar os profissionais engenheiros sanitaristas e ambientalistas, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitados a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando os aspectos políticos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. ”

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Formar profissionais com visão global, crítica e humanística para a inserção em setores profissionais, aptos a tomarem decisões em um mundo diversificado, interdependente que participem no desenvolvimento da sociedade brasileira;
  • Incentivar a pesquisa e a investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia bem como à difusão da cultura e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;
  • Exercitar atividade de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos ou de projetos interdisciplinares com os diferentes ramos das ciências;
  • Habilitar profissionais a supervisionarem os diferentes compartimentos da natureza (ar, água e solo), a monitorarem o seu estado, propondo soluções;
  • Estimular a adoção dos princípios da sustentabilidade em todas as propostas e ações;
  • Promover a identificação dos processos de degradação ambiental para elaboração de propostas de recuperação do ambiente, respeitando a condição social, cultural e econômica da comunidade envolvida;
  • Difundir a integração homem-natureza como componente de um mesmo sistema;
  • Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional continuado, integrando os conhecimentos adquiridos de forma crítica e criativa.

PERFIL DO FORMANDO

O perfil dos egressos de um curso de engenharia compreenderá uma sólida formação técnico científica e profissional geral que o capacite a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.

COMPETÊNCIA

Os Currículos dos Cursos de Engenharia deverão dar condições a seus egressos para adquirir competências e habilidades para:

  • Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;
  • Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
  • Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
  • Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
  • Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
  • Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
  • Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
  • Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
  • Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
  • Atuar em equipes multidisciplinares;
  • Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
  • Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
  • Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
  • Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

ATUAÇÃO

  • Supervisão, coordenação e orientação técnica;
  • Estudo, planejamento, projeto e especificação;
  • Estudo de viabilidade técnico-econômica;
  • Assistência, assessoria e consultoria;
  • Direção de obra e serviço técnico;
  • Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e Parecer técnico;
  • Desempenho de cargo e função técnica;
  • Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão;
  • Elaboração de orçamento;
  • Padronização, mensuração e controle de qualidade;
  • Execução de obra e serviço técnico;
  • Fiscalização de obra e serviço técnico;
  • Produção técnica e especializada;
  • Condução de trabalho técnico;
  • Execução de desenho técnico.

INTEGRAÇÃO ENTRE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO

DIRETRIZ CURRICULAR DOS CURSOS DE ENGENHARIA

Resolução CNE/CES 11/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 32.

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Art. 5º Cada curso de Engenharia deve possuir um projeto pedagógico que demonstre claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas. Ênfase deve ser dada à necessidade de se reduzir o tempo em sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em grupo dos estudantes.

§ 1º Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que, pelo menos, um deles deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação.

§ 2º Deverão também ser estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras atividades empreendedoras

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ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA FIC – UNIFAL

As atividades complementares obrigatórias em pelo menos 270 (duzentos e setenta horas) serão oferecidas como uma segunda alternativa pela FIC, no intuito de beneficiar o aluno com a comodidade de fazê-las na própria Faculdade, por uma taxa de adesão especial e subsidiado, a ser pago pelo aluno à cada módulo e será sempre inferior a 1/5 do valor da mensalidade vigente à época. Os módulos serão distribuídos ao longo do curso, em cronograma especifico divulgado pela coordenação de pós-graduação da FIC. O número mínimo para a formação de turma para cada módulo é de 25 alunos.

Serão aceitas atividades complementares externas, desde que, condicionado o estudo de aproveitamento por parte do Colegiado de cada Curso.

OBS 1: Os módulos poderão sofrer alterações na ordem e no conteúdo, sempre na busca da qualidade e adequação na medida em que a dinâmica da ciência exigir. O curso encontra-se estruturado de acordo com a RES. CES/CEN/MEC nº 01/2007.

OBS 2: Para cumprir a estrutura curricular, a FIC poderá programar atividades obrigatórias fora do período de aulas, aos sábados e/ou domingos, dentro ou fora da sede, temporariamente ou de caráter definitivo, no limite de Maceió no território determinado pelo MEC.

 

MÓDULOS OPCIONAIS (ATIVIDADES COMPLEMENTARES)

Disciplinas modulares oferecidas pela FIC para as atividades complementares

MÓDULOS OPCIONAIS MINISTRADOS PELA FIC

Hora/aula

Metodologia da Pesquisa Científica

60

Noções de Segurança do Trabalho

30

Legislação e Normas Técnicas de Segurança

30

Proteção ao Meio Ambiente

30

Administração Aplicada a Segurança do Trabalho

30

Psicologia na Segurança, Comunicação e Treinamento

30

Sistema de Gestão Ambiental - SGA

30

Saúde e Higiene do Trabalho e Industrial

30

Segurança em Instalações Elétricas

30

Toxicologia Ocupacional

30

Ergonomia Aplicada

30

Análise e Gerenciamento de Risco

30

Sistema de Gestão Integrado - SGI

30

Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas e Equipamentos

30

Proteção Contra Incêndios e Explosões

60

OSHAS 18000 - Sistema de Gestão em Segurança e Saúde

60

Segurança na Construção Civil

60

 

Obs: Com possibilidades de alterações de conteúdo sem prévio aviso e revalidação na conversão da pós-graduação integrada conforme Resolução CNE/CES 1/2007. Diário Oficial da União, Brasília, 8 de junho de 2007, Seção 1, pág. 9.

MATRIZ CURRICULAR

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 9 de abril de 2002

Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, bacharelado, e dá outras providências.

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO

CURSO EM REGIME SERIADO ANUAL, COM MATRICULA NO ANO.

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA, BACHARELADO

 

CÓDIGO

DISCIPLINAS

C/H ANUAL

C/H SEMANAL

 

1º ANO

1

Química

140

4

2

Português E Metodologia Científica

70

2

3

Física  I

140

4

4

Introdução À Engenharia

70

2

5

Cálculo I

140

4

6

Métodos Numéricos

70

2

7

Biologia, Ecologia, Meio Ambiente

140

4

Sub total

770

22

 

2º ANO

8

Cálculo II

140

4

9

Física II

140

4

10

Estatística

70

2

11

Informática E Expressão Gráfica

70

4

12

Geometria Analítica E Álgebra Linear

140

4

13

Topografia

70

2

14

Fenômenos De Transporte

140

4

Sub total

770

22

 

3º ANO

15

Ciência E Tecnologia Dos Materiais

70

2

16

Gerenciamento Dos Resíduos Sólidos

70

2

17

Mecânica E Manejo Dos Solos

140

4

18

Modelos Em Sistemas Ambientais

140

4

19

Poluição E Impactos Ambientais

140

4

20

Sistemas De Tratamento De Água E De Águas Residuais

70

2

21

Ergonomia E Segurança Do Trabalho

70

2

Sub total

700

20

 

4º ANO

22

Bioquímica

70

2

23

Geologia e recursos naturais

140

4

24

Hidráulica e hidrologia aplicada

140

4

25

Saneamento ambiental

140

4

26

Sistemas hidráulicos e sanitários

70

2

27

Planejamento e gestão de recursos hídricos

140

4

28

Planejamento e gestão ambiental

70

2

Sub total

770

22

 

5º ANO

29

Eletricidade aplicada

70

2

30

Administração e pesquisa operacional

140

4

31

Economia

70

2

32

Direito, legislação e ética

70

2

33

Ciências humanas e sociais

70

2

34

MTP - métodos e técnicas da pesquisa cientifica

140

4

35

Libras 30h/aula opcional

-

-

Sub total

560

16

 

ATIVIDADES CURRICULARES

A

Estágio curricular supervisionado

270

-

B

Atividades complementares

270

--

C

TCC – Trabalho de conclusão de curso

210

-

Sub total

750

-

Total

4320

-

 

COORDENAÇÃO

PROFESSOR

Lúcyo Wagner Torres de Carvalho

  • Doutor em Ciências, pela UFAL em 2011.
  • Mestre em Agronomia - pela UFAL, 2007.
  • Graduado em Engenheiro Agrônomo - pela UFAL, 2005.
  • Graduado em Matemática – Cesmac – 2010.
  • Professor de Pós-Graduação Lato-sensu e palestrante da área de Ciências, Estatística e Biotecnologia, 2008 até hoje.
  • Professor da desta IES, nos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária e Engenharia de Produção, 2009 até hoje.
  • Professor de graduação desde 2008.
  • Professor de ensino médio de 2004 à 2007.
  • Coordenador de Projeto desde 2008.
  • NDE – Direção – Colegiado de Curso desde 2011.
  • Instrutor de treinamentos desde 2008.

 

GESTÃO DO CURSO

O entendimento da coordenação, enquanto unidade gestora, é que os agentes do curso (professores e funcionários) devem funcionar como facilitadores de aprendizado junto aos alunos, tornando possível o aprendizado dos conteúdos específicos das disciplinas básicas e profissionais. Mas não só isso, pois o objetivo fundamental no processo educacional é colaborar para que os alunos aprendam a PENSAR e APRENDAM A APRENDER. A partir desta premissa, qualquer situação de ensino/aprendizagem, seja um cálculo de engenharia ou um relatório de projeto, torna-se mais accessível e permite ao egresso atuar na resolução de problemas de amplo espectro.

Seguindo esta linha, a atuação do coordenador se caracteriza pelo modelo de gestão participativa e democrática, o que tem se apresentado eficaz, não só pela forma como os problemas são levantados pelos alunos, professores e funcionários do curso, mas, sobretudo pelo diálogo empregado na busca de soluções. 

O atendimento discente/docente, com acessibilidade e transparência nas informações, contribui para o bom andamento do curso. Também se pode dizer que há uma relação de colaboração mútua entre coordenador e a comunidade acadêmica da IES. Isso ocorre pela facilidade de comunicação entre os setores e, principalmente, pela excelente forma como as relações se desenvolvem entre os profissionais da FIC. 

Além disso, é explicita a boa vontade e dedicação de todos que compõe o corpo docente, sempre visando fazer do curso de engenharia da FIC um local de formação de profissionais de excelência e, com isso, contribuir com o desenvolvimento regional.  Desta forma, a tarefa do coordenador se concentra em motivar docentes e alunos, ressaltando suas importâncias no processo de construção de um profissional da engenharia.

Como não pode deixar de ser, o segredo para a boa gestão está no ato de delegar e distribuir as tarefas, sempre respeitando as potencialidades de cada envolvido e deixando claro que a responsabilidade do sucesso e do fracasso é de todos.

Além de tudo citado, outro objetivo do Coordenador é refletir, juntamente com os demais professores, sobre as práticas pedagógicas empregadas e o desempenho dos discentes, sempre visando à definição de ações em busca da melhoria do curso. Neste sentido, são realizadas reuniões com os representantes de turmas, com a finalidade de ouvir suas demandas, opiniões e avaliações, gerando um debate democrático em torno destas questões. As atividades operacionais na gestão acompanham as atividades didático-pedagógicas e vão da elaboração e planejamento do horário de aulas e provas, passando pela organização de eventos e o atendimento ao professor e ao aluno. 

No que se refere às atividades de planejamento do curso deve-se destacar a função imprescindível na manutenção da sincronia entre o PPC e os demais documentos Institucionais, como diretrizes curriculares e afins, sempre em busca de uma permanente atualização.

Área de Atuação

Engenharia

Mais informações

Os impactos ambientais das diversas tecnologias e a inserção do meio ambiente nos processos de tomada de decisão e no planejamento de grandes obras de engenharia vêm adquirindo crescente relevância em todo o mundo.

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